quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A ROTINA E A VIDA DA CRIANÇA


A rotina na vida da criança e quais os benefícios que ela proporciona para a formação dos pequenos.
1- Uma casa onde as crianças acordam na hora do almoço e, correndo, porque estão atrasadas para escola, com certeza, irão acordar, de verdade, em sala de aula. É obvio que a fome vai aparecer durante a aula, o que acabará por comprometer o rendimento escolar.
2- Não saber onde estão os calçados, ou mesmo o uniforme, com certeza não é uma boa referência de organização, e um bom exemplo, para a criança.
3- Assistir televisão na hora do jantar é um péssimo hábito. A criança não presta atenção no que come e na quantidade de alimento que está ingerindo, e, além disso, a família perde a preciosa oportunidade de conversar e interagir.
4- Tropeçar nos brinquedos que ficam no meio da sala, além de perigoso não é um estímulo positivo. A criança precisa aprender que cada coisa deve ter o seu lugar, e, se desde pequeno, cuidar das suas próprias, será mais independente e organizado.

Assim sendo, a criança deve ter hora estabelecida para dormir e acordar. Dessa forma ela estará bem desperta e disposta para concentrar-se na escola. O processo de aprendizagem é facilitado pela condição de atenção em que a criança está. Dormir muito tarde, além de não ser bom para saúde, acarreta em prejuízo para as atividades do dia seguinte.

No caso de crianças ainda muito pequenas, horários controlados e rotineiros evitarão que ela fique com sono e mal humorada, propiciando que ela esteja disposta e atenta aos estímulos.

Horários para refeições, com pequenas variações, são necessários para organização do dia, e principalmente para saúde das crianças. Acordar próximo da hora do almoço e comer pão, tomar leite ou cereais irá retardar o horário do almoço, lanche da tarde e jantar.

A saúde está ligada a uma alimentação equilibrada, que deve ser bem pensada, elaborada e que necessita de um tempo para ser preparada. É necessário o planejamento de compras e de preparo, a fim de que as refeições não sejam comprometidas.

A higiene está ligada à rotina também. Ao acordar, o banho, o escovar os dentes e o trocar de roupa antes do café da manhã, são atividades necessárias, e uma vez estabelecidas, evitará as brigas entre filhos e mães logo cedo. Mais do que limpa, a criança bem cuidada é saudável.

O local e os horários em que a criança deve estudar precisam ser estabelecidos com critério. A mesa e a cadeira proporcional ao tamanho da criança possibilitarão um maior aproveitamento. Evitar barulhos paralelos oferecerá uma melhor capacidade de concentração, portanto, aumentará as chances de um resultado mais satisfatório na aprendizagem.

A rotina sob este aspecto, na vida da criança, é boa e saudável. Cada família deve usar o bom senso para estabelecer a sua, considerando as necessidades da criança, e o beneficio que tal atitude irá promover.

domingo, 18 de setembro de 2011

Divulgando...

Pequenos lutadores, grandes guerreiros

Crianças que praticam lutas marciais ficam menos agressivas e aprendem princípios de respeito e disciplina

Carla Hosoi, especial para o iG São Paulo | 05/05/2011 12:31
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Foto: Denny/Fotoarena Ampliar
Pietro e o professor Nelson Pompei, de Limeira: classe de boxe chinês tem entre 3 e 6 anos
Com rápidos movimentos de braços e pernas, os doze alunos da turma de boxe chinês da Academia Shaolin, em Limeira, interior de São Paulo, chutam e socam o ar. A luta, conhecida como sanshou, palavra que significa “mãos livres”, é uma arte marcial bastante específica para o combate. Por isso, as idades de seus praticantes espantam: eles têm de 3 a 6 anos. É cedo demais para a prática de uma modalidade agressiva? Nada disso.

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Tammy tem apenas 5 anos, mas desde os 4 já sabe: chutes e socos, só no tatame. As crianças nunca entram em confronto direto e exercitam os golpes em aparadores e sacos de pancada. Em pequenos gestos cotidianos, como silenciar para ouvir o professor ou aguardar sua vez para executar um movimento, ela e seus colegas assimilam o significado de disciplina, companheirismo e respeito. “Ninguém aqui ensina a bater. Eles aprendem uma técnica através de brincadeiras, de exercícios para trabalhar a coordenação motora e o lado espiritual”, explica Cássia Soares Pompei, mãe de Tammy, professora e proprietária da academia ao lado do marido Nelson Pompei, atual técnico da seleção brasileira de boxe chinês.
Para Cássia, o aprendizado das aulas estende-se à rotina de Tammy. “Além de aprimorar a coordenação motora, o boxe proporciona um gasto de energia necessário a crianças dessa idade. Ela passou a dormir melhor e ficou menos agitada”, diz. “O Pietro também aprendeu muito com o boxe. Passou a ser mais concentrado. Obedece melhor, respeita limites e passou a entender que ajudar o outro é fundamental”, completa Lídia Canvian, mãe do pequeno boxeador que divide o tatame com a menina.
As meninas são maioria na turma – e também as mais beneficiadas pela prática. Para a psicóloga Vera Sugai, praticante de judô e estudiosa das artes marciais, o suposto caráter masculinizador das lutas marciais é totalmente ultrapassado. “Por meio dessas artes, a menina ou mulher penetra num mundo que não é o dela. Quando fazemos parte deste universo marcial, temos que ser mais rápidas, objetivas. As conexões neurais aumentam e ampliam nossas percepções. Com isto, ficamos mais inteligentes e equilibradas”.

Foto: Denny/Fotoarena Ampliar
Tammy, 5 anos: lutar promove o gasto de energia necessário para a idade
Disciplina vs. agressividade

O estímulo à prática de uma luta costuma vir dos pais. Lucas, por exemplo, tem 3 anos e meio e, apesar da pouca idade, o pai, praticante de karatê, não hesitou em matriculá-lo no judô. “Esta arte é mais que um combate. É uma filosofia de vida, envolve o respeito ao próximo, o companheirismo, a superação dos próprios limites e de frustrações. É uma arte que ajuda na formação do caráter”, argumenta o pai, Pedro Paulo Allbio.
Para garantir um ambiente saudável e adequado ao filho, Pedro Paulo visitou cerca de sete academias até encontrar a ideal. “Assisti as aulas, conversei com o professor, com o proprietário. Percebi que são profundos conhecedores daquela arte e que, além do foco filosófico, tinham também profissionalismo para lidar com crianças”, conta. “Ludicidade, adaptação dos movimentos e a não indução à violência e competitividade também foram fundamentais na minha escolha”, diz o pai.
É preciso garantir que a escola de luta incentive a disciplina, não a violência. “As artes marciais sempre tiveram um papel fundamental na educação e constituição do caráter do ser humano. Se há uma pedagogia e filosofia no ensinamento, a criança não compreende os movimentos como um instrumento de agressividade”, explica o pedagogo e professor de judô Sumio Tsujimoto, da Kitô Academia de Artes Marciais.
A fórmula funciona na academia de Limeira. “Nunca tivemos reclamação de pais em relação aos filhos terem aplicado chutes ou socos em coleguinhas da escola”, diz Cássia.





 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

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9 passos para impor limites

Terapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados

Camila de Lira, iG São Paulo


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9 passos para impor limitesTerapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados
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9 passos para impor limitesTerapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados
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Foto: Getty Ampliar
Interpretar a atitude da criança é chave para impor limites
Na incansável luta para impor limites, muitas vezes os pais desperdiçam mais energia do que deviam. Para evitar isso, a psicóloga neozelandesa Diane Levy, autora do livro “É Claro que Eu Amo Você... Agora Vá para o Seu Quarto!” (Editora Fundamento) e especializada no aconselhamento de pais, separa aquilo que apenas cansa daquilo que dá certo na hora de educar os filhos.
“Há um bom punhado de coisas que fazemos ao tentar educar as crianças e que simplesmente não ajudam”, ela comenta, em depoimento ao iG Delas. “Quando você evita explicar muito, avisar muito, adular, subornar, ameaçar e punir, você poupa tempo e energia e mantém a sua dignidade como pai ou mãe. Quando você pede, diz e deixa a distância emocional fazer o trabalho, suas crianças rapidamente aprenderão que quando você pede que eles façam algo – ou que parem de fazer algo – eles não tem alternativa a não ser fazê-lo”.
Segundo Diane, reconhecer e evitar estratégias exaustivas e inúteis torna os pais mais convincentes em suas ordens ou instruções. Ela explicou, a pedido do iG Delas, as atitudes menos efetivas na hora de impor limites – e, do outro lado, as que mais garantem êxito. Leia abaixo os conselhos.
Foto: Divulgação Ampliar
Diane Levy: "Quando você evita explicar muito, avisar muito, adular, subornar, ameaçar e punir, você poupa tempo e energia e mantém a sua dignidade como pai ou mãe"
1. Não se explique demais

“Quando pedimos para uma criança fazer algo ou para parar de fazê-lo, nosso hábito é de seguir com uma grande explicação de porquê tal ação é necessária. Se nossos filhos não respondem à primeira explicação, pensamos que ela não teve apelo para eles (ou que eles apenas não a entenderam) e, então, gastamos tempo e energia em tentar convencê-los novamente”, explica Diane.
Se a criança não entendeu porque está sendo solicitada a fazer ou deixar de fazer algo, dificilmente ela será convencida por mais e mais explicações. O que ela precisa entender é que tudo o que você pede é para o bem dela – e assim será até ela crescer.
2. Não dê mais de um aviso
“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.
3. Não adule
Você se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.
4. Não suborne
As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.
5. Não ameace
Ameaças funcionam com "se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. "Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia 'Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde', ele apenas respondia 'tudo bem'. E eu ficava sem saber para onde ir", relembra.
"Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas", explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: 'Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias'. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?".
6. Não puna
Segundo Diane, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. “Também, se usarmos a punição, nossos filhos podem simplesmente aprender como aguentá-las – e voltarem a fazer aquilo que tentamos evitar”, afirma.
Mas se os pais deixarem de explicar, avisar, adular, subornar, ameaçar e punir, o que eles podem fazer? Diane sugere uma estratégia simples, com três passos: peça, diga e aja.
7. Peça uma vez só
Diane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.
A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?
8. Diga de maneira enérgica
“Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.
A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.
9. Aja
Se seu filho não respondeu a nenhuma das ações anteriores, você precisa fazer algo. “A coisa mais efetiva que você pode fazer é usar a ‘distância emocional’ até que ele esteja pronto para fazer o que foi pedido”, aconselha Diane. “Pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o quarto. Diga firmemente ‘você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi’, e deixe-o sozinho”, completa. Lembre-se: o seu filho tem o poder de se reunir à família ao fazer o que lhe foi pedido.

Quando as crianças são maiores – e tirá-las do lugar é mais difícil – Diane recomenda que os pais apenas determinem consigo mesmos: “eu não farei nada até que ele esteja pronto para fazer aquilo que eu pedi”. E continuem com o que estiverem fazendo, normalmente. “Quando a criança aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido (e ignorado) anteriormente”, diz a autora. “Ele pode fazer duas ou três tentativas para chamar sua atenção, mas vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

'Bob Esponja' pode prejudicar atenção de crianças de 4 anos

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/974210-bob-esponja-pode-prejudicar-atencao-de-criancas-de-4-anos.shtml


12/09/2011 - 20h40



Um estudo sugere que assistir a apenas nove minutos do desenho animado "Bob Esponja" pode provocar problemas de atenção e de aprendizagem em crianças de 4 anos de idade. A velocidade das imagens do desenho foi apontada como responsável pela falta de concentração.

Divulgação
O personagem-título do desenho animado "Bob Esponja"
O personagem-título do desenho animado "Bob Esponja"

A pesquisa observou 60 crianças, divididas em três grupos. O primeiro assistiu a "Bob Esponja"; o segundo a "Caillou" --um desenho de ritmo mais lento--; e o terceiro tinha a opção de desenhar. Após nove minutos, elas passaram por testes de função mental: aquelas que tinham visto "Bob Esponja" se saíram pior que as outras.
Em outro teste, que mediu autocontrole e impulsividade, as crianças que assistiram a "Bob Esponja" foram classificadas como ansiosas, pois esperaram apenas dois minutos e meio para abrir lanches oferecidos pelos pesquisadores. Os outros dois grupos esperaram pelo menos quatro minutos.
A maioria das crianças eram brancas e de famílias de classe média ou rica. Elas receberam testes comuns de função mental depois de ver desenhos animados ou desenhar. As que assistiram a "Bob Esponja" marcaram, em média, 12 pontos a menos que os outros dois grupos, cujos resultados foram quase idênticos.
Pesquisas anteriores já haviam ligado o hábito de assistir TV ao déficit de atenção em crianças, mas o novo estudo sugere que problemas mais imediatos podem ocorrer após pouca exposição.
Em média, desenhos infantis têm cerca de 22 minutos de duração, por isso, ver um episódio inteiro "pode ser mais prejudicial", segundo os pesquisadores. No entanto, eles disseram que são necessárias mais provas para confirmar a ideia.
Os resultados devem ser interpretados com cautela, mas os dados parecem reforçar a ideia de que a exposição à televisão é uma questão de saúde, segundo Dimitri Christakis, especialista em desenvolvimento infantil do Hospital Infantil de Seattle, que escreveu um editorial que acompanha o estudo publicado nesta segunda-feira na revista "Pediatrics".
A professor de psicologia Universidade da Virgínia, Angeline Lillard , principal autora do estudo, disse que o desenho "Bob Esponja" não deve ser destacado. Ela encontrou problemas semelhantes em crianças que assistiram desenhos de mais velocidade de imagens.
O porta-voz da rede de televisão Nickelodeon, que transmite o desenho, David Bittler, contestou as conclusões. "'Bob Esponja' é destinado a crianças de 6 a 11 anos."
Lillard disse que foram escolhidas crianças de 4 anos, pois é a idade em que se vê mais desenvolvimento em habilidades de autocontrole. O estudo não pode determinar se crianças de outras idades seriam afetadas da mesma forma.
A pesquisadora ainda disse que o estudo tem algumas limitações. As crianças não foram testadas antes de assistir à TV e todas tiveram resultados parecidos na avaliação dos pais de seu comportamento.